
O Conto do Sábio Chinês
Raul Seixas
Reflexão sobre identidade e realidade em “O Conto do Sábio Chinês”
"O Conto do Sábio Chinês", de Raul Seixas, explora a dúvida existencial sobre a fronteira entre sonho e realidade, inspirando-se diretamente na famosa parábola de Chuang Tzu. Raul adapta essa história mantendo a simplicidade da narrativa, mas provoca o ouvinte a questionar sua própria identidade: somos aquilo que vivemos ou aquilo que sonhamos? A letra destaca essa incerteza ao repetir: “Se ele era um sábio chinês que sonhou que era uma borboleta / Ou se era uma borboleta sonhando que era um sábio chinês”, reforçando a ideia de que a realidade pode ser tão subjetiva quanto os sonhos.
A metáfora da borboleta, tradicional na filosofia oriental, simboliza transformação, liberdade e a efemeridade da existência. Raul Seixas, conhecido por trazer temas filosóficos para suas músicas, usa essa imagem para abordar a dualidade da experiência humana e a dificuldade de distinguir o real do imaginado. A dúvida que “lhe acompanhou” para o resto da vida não pertence apenas ao sábio, mas a todos que enfrentam a incerteza sobre quem realmente são. Assim, a música convida o ouvinte a refletir, de forma acessível, sobre a natureza da consciência e a fluidez da identidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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