
Gente
Raul Seixas
A crítica irônica ao desejo humano em “Gente” de Raul Seixas
Em “Gente”, Raul Seixas faz uma crítica direta e irônica à insatisfação constante do ser humano. Logo no início, ele expõe a natureza insaciável das pessoas com o verso: “Quando consegue um dedo / Já não serve mais, quer a mão”. Raul mostra que, mesmo após conquistar algo, o desejo nunca se esgota, revelando uma inquietação permanente. Essa visão se conecta com outras músicas do artista, como “Ouro de Tolo”, onde ele também questiona o valor das conquistas materiais e a busca incessante por satisfação.
A letra amplia essa crítica ao mostrar que a busca por mais não se limita a bens ou status, mas está presente em todos os ambientes da vida: “Em casa, na rua, na praia, na escola ou no bar”. Raul também destaca a tendência das pessoas de esconderem suas vulnerabilidades, especialmente o “medo de amar”, sugerindo que, por trás do desejo constante, existe uma dificuldade de lidar com sentimentos profundos. O tom leve e repetitivo da música, junto com frases como “Gente é tão louca / E, no entanto, tem sempre razão”, reforça a ironia e aproxima a reflexão do cotidiano, tornando o tema existencial acessível ao público.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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