
Quando Acabar o Maluco Sou Eu
Raul Seixas
Crítica social e ironia em “Quando Acabar o Maluco Sou Eu”
Em “Quando Acabar o Maluco Sou Eu”, Raul Seixas usa personagens exagerados, como a enfermeira trapezista e o guarda russo bêbado, para expor a hipocrisia de uma sociedade que chama de "maluco" quem se recusa a seguir padrões. O refrão “Quando acabar, o maluco sou eu” ironiza o fato de que, mesmo cercado por comportamentos muito mais absurdos, é o não conformista que recebe o rótulo de insano. Raul transforma críticas sociais em cenas quase surreais, como a imagem do papa saindo pelado cantando pela Itália, reforçando o tom bem-humorado e descontraído da música.
O verso “Eu sou louco, mas sou feliz / Muito mais louco é quem me diz” resume o espírito libertário de Raul Seixas, que valoriza a autenticidade e a autonomia diante das expectativas sociais. Ao afirmar que é “dono do meu nariz / Em Feira de Santana ou mesmo em Paris”, ele mostra que sua busca por liberdade é universal, sem fronteiras. O contexto do álbum, gravado enquanto Raul enfrentava problemas de saúde e internações, dá ainda mais força à mensagem de resistência e autoafirmação. Assim, Raul transforma suas dificuldades em combustível para questionar padrões e celebrar a individualidade com ironia e leveza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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