
A Ilha da Fantasia
Raul Seixas
Liberdade e autonomia em “A Ilha da Fantasia” de Raul Seixas
Em “A Ilha da Fantasia”, Raul Seixas utiliza a imagem da “barca de Noé” como metáfora para um convite à ruptura com as normas e expectativas impostas pela sociedade. Ele sugere que a verdadeira salvação está em buscar um novo começo, longe do “triste carnaval de ilusões”, expressão que critica a superficialidade e a alienação do cotidiano. O ouvinte, chamado de “navegador”, é incentivado a assumir o controle da própria vida, reunindo pessoas próximas para embarcar rumo à “ilha da fantasia” – um espaço simbólico de liberdade, onde as regras são criadas coletivamente, e não impostas de fora.
A música tem um tom acolhedor e motivador, evidenciado em versos como “Vem sem medo que não vamos naufragar” e “Vamos escolher bem melhores condições”. Esses trechos reforçam a ideia de que a transformação é possível e desejável, desde que haja coragem para abandonar a passividade e as regras impostas por outros. O verso “Vivendo sob leis que não criou” se conecta ao ideal anarquista e libertário de Raul Seixas, presente em outras músicas, e sugere que a felicidade só é possível quando se constrói uma realidade própria, livre das imposições externas. Assim, “A Ilha da Fantasia” se apresenta como um chamado à autonomia, à coletividade e à reinvenção da vida, alinhando-se ao conceito de “Sociedade Alternativa” que marca a obra do artista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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