
Samba-Enredo 1969 - Bahia de Todos Os Deuses
G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro (RJ)
Bahia celebrada em “Samba-Enredo 1969 - Bahia de Todos Os Deuses”
“Samba-Enredo 1969 - Bahia de Todos Os Deuses”, do G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro (RJ), destaca o sincretismo religioso e a riqueza cultural da Bahia, elementos centrais do desfile do Salgueiro naquele ano. O verso “Preto Velho Benedito já dizia / Felicidade também mora na Bahia” faz referência direta ao candomblé e à tradição dos pretos-velhos, figuras de sabedoria e resistência nas religiões afro-brasileiras. Essa conexão reforça o enredo do samba, que associa orixás a santos católicos, mostrando a convivência entre diferentes crenças na cultura baiana.
A música também celebra a Bahia como berço de tradições, lembrando que foi a primeira capital do Brasil e destacando suas riquezas naturais, como cacau, carnaúba, jacarandá e petróleo. O refrão “Zum, zum, zum, capoeira mata um!” é marcante, trazendo a capoeira como símbolo de resistência e identidade baiana. Expressões como essa ajudaram a popularizar o samba e criaram uma atmosfera festiva, alinhada ao tom alegre do carnaval. A letra ainda menciona a “nega baiana” com seu tabuleiro de quindim, a igreja do Bonfim, a “subida da Conceição” e o “velho mercado”, retratando cenários típicos de Salvador. Assim, o samba constrói um retrato afetivo e orgulhoso da Bahia, valorizando suas raízes, personagens e manifestações culturais, em sintonia com o espírito inovador do Salgueiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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