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E Assim Reina o Homem...

Síntese


Aí, ecossistema corrompido, dilema. Fruto proibido, sinal inibido, esse sol ardido.
Lixo fedido, humanidade, fala a verdade, não irradia luz, me impus. É, dia corrido.
Seguindo o fluxo, vida circular. Nascer, crescer, morrer. Viver: caso particular.
Inteligencia não é escolar. (A lá) Dinheiro move mundo em tudo
Sobrevivencia é que faz circular...
Se pá apego ao ego independente, sei lá!
Ao que é dependente: tudo demais é droga, pode pá.
Se joga pra não ser julgado. Deus advogado, jogo prorrogado após a morte não serei interrogado, não, não tive sorte e pronto.
Conto com o que tô ligado, mano. Mundo imundice, polícia imundo.
Rato, acata o desacato, quem se perdeu sempre destrata, tira a pata, se quiser mata é fato.
Pôs o pé pra fora é predador ou caça. Desumano.
Ser humano, extinta raça. Quem traça a meta do seu sonho faz o plano pessoal!
Não é pessoal tá nesse plano, mano. Cano cospe viagem astral
Dano vital, real, qualquer existência sente a perda.
Um mal que herda do passado, Africa. O mais prejudicado, atrasado, continente gueto, preto...Levaram o teto. Furacão sistema. Abortaram o feto!
Bebê proveta, no papo reto, é treta. Não abraço. Me contorço, mas não torço o braço.
A morte ao fracasso. Eu sei a vida é dom, babylon quem é teu rei?
(Se é que alguem pode responder)

Presa, lata, desavença, droga, maço. Animal. Fadado a existir no mesmo lote de espaço.
Exercendo o alter-ego, surdo e sujo de vaidade.
Seu centro de gravidade até vim à tona o ponto cego
Do ponto de vista da sua zona de conforto! Devido à vista indevida do ponto o pitaco torto.
Sereno abraça o corpo, eu sereno, morto.
Universo paralelo diz: "Sequelo bicho solto".
Que não ousa cumprir sem consentir
comprometendo o existir, não! Por que, por quem? entendi.
O que é visto, permitido. O que é sabido, omitido.
Pro usufruto indevido do mesmo fruto proibido
Subentendido esquecido. Seu viver: ser distraído...
No sentimento intensidade, quase que faz sentido.
É pré-suposto que é obtido raciocínio e emoção,
Logo seu tempo e sua atenção, no aconhego da bolha.
É sua escolha essa condição, seu sonho pra tratar...Seu ego pra confortar no praticar das relação.
E se apega no que quiser, no que puder... no que consome.
No que te restar, Sapiens... e assim reina o homem.

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