
Feira de Mangaio
Sivuca
Cotidiano e cultura nordestina em “Feira de Mangaio”
“Feira de Mangaio”, de Sivuca, retrata com riqueza de detalhes o universo das feiras nordestinas, destacando sua importância como espaços de convivência, trabalho e cultura popular. A música valoriza o papel dos pequenos comerciantes, os mangaieiros, e a diversidade de produtos típicos, como mostra o trecho: “Fumo de rolo, arreio de cangalha / Eu tenho pra vender, quem quer comprar”. Ao citar comidas tradicionais como bolo de milho, broa, cocada, pé de moleque, farinha, rapadura e graviola, a canção reforça a identidade regional e desperta memórias afetivas ligadas à culinária local.
A letra também traz personagens marcantes, como o sanfoneiro e a rendeira Zefa de Purcina, que representam a alegria e a criatividade do povo nordestino. Passagens como “Tem Zefa de Purcina fazendo renda, e o ronco do fole sem parar” mostram como a música e o artesanato são centrais na vida comunitária. O contexto de composição, finalizada por Glorinha Gadelha em Nova York, acrescenta um tom de saudade e valorização das raízes, já que a canção foi criada longe do Brasil, mas mantém viva a atmosfera das feiras nordestinas. Assim, “Feira de Mangaio” celebra o cotidiano, a cultura e a resistência das tradições populares, sendo um retrato autêntico do Nordeste brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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