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Enciclopédia do Ser

Tagore


A luz do candeeiro para o povo formigueiro faz um mal
No céu eu vejo um trilho que me guia pra fora do meu quintal
Se eu sigo esse trilho dou adeus aos meus sentidos, vou pensar
Que as cores fazem jus á natureza num clima bucolical
Capturar arara é coisa feia dá cadeia marginal
O livre arbítrio é livre, o frio é bege, o verde é quente, eu sou normal
Na ingratidão do tempo eu pego o passo, eu espero alguém pra me acalmar
Uma onda me controla o pensamento, penso até em só pensar

Dez mil novas avenidas, mortas pelo mar
Preze pela sua vida e comece a pensar.

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