
Filomena
Tiririca
Humor e surpresa sobre identidade em “Filomena” de Tiririca
Em “Filomena”, Tiririca utiliza o humor para brincar com as expectativas do ouvinte ao criar uma personagem feminina cheia de características peculiares. A música começa descrevendo Filomena de forma exagerada e divertida, com frases como “tem boquinha dela não é normal”, misturando trocadilhos e um tom quase infantil, típico do estilo do artista. O refrão repetitivo, “Ó Filomena cadê você? Eu vim aqui só pra te ver”, reforça a ideia de busca por alguém especial, mas logo é subvertido pelas descrições inusitadas e pelo clima de brincadeira constante.
O ponto alto da canção é a reviravolta final, quando Tiririca revela, de maneira inesperada e bem-humorada, que “Filomena, ela é gay”. Essa surpresa quebra o padrão das músicas românticas tradicionais, que costumam idealizar a figura feminina, e traz leveza ao tratar de temas como identidade e desejo. O nome “Filomena”, que significa “amiga da força”, pode ter sido escolhido para reforçar a ideia de uma mulher marcante e diferente, alinhando-se ao humor nonsense do cantor.
No desfecho, a música faz graça até com suas próprias incoerências, usando diálogos e frases sem sentido para provocar risos. Tiririca aborda temas de diversidade e aceitação de forma leve, sem julgamentos, mostrando como o humor pode ser uma ferramenta para tratar assuntos importantes de maneira acessível e descontraída.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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