
Samba-Enredo 2007 - O 4º Reino, o Reino do Absurdo
G.R.C.S Vai-Vai
Crítica social e ambiental em “Samba-Enredo 2007 - O 4º Reino, o Reino do Absurdo”
"Samba-Enredo 2007 - O 4º Reino, o Reino do Absurdo", da G.R.C.S Vai-Vai, utiliza o carnaval para abordar de forma irônica e crítica as contradições do desenvolvimento humano. A letra, escrita por Chico Spinoza, destaca como o ser humano, ao evoluir e dominar a natureza, também cria desequilíbrios e destruição ambiental. O verso “E o homem em sua evolução / Criou o reino da contradição” resume esse paradoxo: o progresso traz avanços, mas também consequências negativas, como poluição e degradação ambiental.
A música enfatiza a importância da água e a interdependência entre os reinos mineral, vegetal e animal, mostrando que a vida depende do equilíbrio entre eles: “A água pra vegetação (pra vida) é fundamental / O vegetal, pro animal. é alimento é proteção”. O samba também critica o consumo excessivo e o descarte inadequado de materiais, especialmente o plástico, como nos versos “Valeu! a plasticidade foi bem vinda / Hoje tão presente em nossas vidas... Mas não valeu, chega de lixo e poluição. / Sua difícil decomposição / A mãe natureza não pode esperar”. O refrão final, “O meu 'vai-vai' nesta avenida abre o coração / E pede ao povo conscientização / É preciso preservar / O 'negocio' é reciclar”, transforma o desfile em um apelo coletivo por responsabilidade ambiental, unindo a energia do samba-enredo a uma mensagem de alerta e esperança para o futuro do planeta.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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