Até quando a gente vai pular daqui de cima
Com as mãos vendando os olhos
Encenando reviravoltas espetaculares
Num teatro pouco convincente
Feito pra quem quiser acreditar

Até quando vamos nos condicionar a padrões?
Moldes perfeitos e impossíveis
De estética moderna e triste
Que dissolvem a identidade
E transformam tudo em um ritual vazio, repetitivo e brutal de vender e comprar

Até quando nos deixaremos deslumbrar
Com as cores e o brilho
Cultivando sonhos pagos em prestações
Milagres da felicidade em botões
E alta definição

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