
Só Se Vive Uma Vez
Vespas Mandarinas
Reflexão sobre autenticidade em “Só Se Vive Uma Vez”
A música “Só Se Vive Uma Vez”, da banda Vespas Mandarinas, questiona a busca por perfeição e critica a hipocrisia de quem julga os outros enquanto segue padrões impostos. A letra destaca que o verdadeiro erro está em “fazer do jeito que todo mundo faz” e se colocar acima dos demais. O tom direto e reflexivo revela uma postura de autocrítica, mas também de aceitação das próprias falhas, como nos versos: “há certas coisas em mim que eu não entendo / de algumas me arrependo / mas como só se aprende sendo / me resta então seguir vivendo”. Esses trechos reforçam que o aprendizado vem da experiência, inclusive dos erros, e que ninguém está livre deles.
O contexto do álbum “Daqui Pro Futuro” e a participação de Edgard Scandurra fortalecem a mensagem de autenticidade, com uma sonoridade marcante que sustenta o discurso da canção. A letra também critica a busca por certezas absolutas e o julgamento de quem “não teve as respostas prontas pra alguma grande questão”, mostrando que a dúvida e a vulnerabilidade fazem parte da vida. Ao afirmar “ninguém tem o direito de não viver / ninguém tem o direito de não entender”, a música defende a liberdade individual e a empatia, rejeitando padrões e valorizando a singularidade. O verso final, “cala boca já morreu”, resume o espírito contestador da faixa, reafirmando o direito de se expressar e de viver de acordo com as próprias escolhas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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