
Pelo Vinho e Pelo Pão
Zé Ramalho
Relações humanas e espiritualidade em “Pelo Vinho e Pelo Pão”
“Pelo Vinho e Pelo Pão”, de Zé Ramalho, explora sentimentos de isolamento e melancolia por meio de imagens marcantes como “dentes tristes” e “dentes de solidão”. Esses versos mostram como até os gestos mais simples do cotidiano podem carregar emoções profundas, refletindo a dificuldade de se conectar e ser compreendido nas relações humanas. A repetição de perguntas como “quantos olhos” e “quantas bocas” reforça essa busca por uma comunicação verdadeira e por vínculos autênticos.
O refrão traz um simbolismo forte ao mencionar “claros pelos evidentes / que nascerão em cada mão”, sugerindo a passagem do tempo e as mudanças inevitáveis da vida. O verso “pelo vinho e pelo pão” tem duplo sentido: além de representar as necessidades básicas, faz referência direta ao ritual cristão da comunhão, em que vinho e pão simbolizam união espiritual e partilha. Esse aspecto espiritual é ampliado pelo contexto do álbum, cuja capa aborda o conflito entre o divino e o profano, reforçando a ideia de transformação e busca interior. Por fim, versos como “beijos de doce veneno” e “quero sim e quero não” revelam a ambiguidade dos sentimentos, mostrando como o amor pode ser ao mesmo tempo atraente e perigoso, desafiando constantemente o coração.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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