
Solidão
Zé Ramalho
A solidão como presença constante em "Solidão" de Zé Ramalho
Em "Solidão", Zé Ramalho transforma a solidão em uma figura quase palpável, usando imagens fortes como "fera" e "devora" para mostrar o quanto esse sentimento pode ser intenso e avassalador. Ao personificar a solidão como uma entidade que está sempre presente, o artista sugere que ela não é apenas um momento passageiro, mas algo que acompanha e influencia a vida das pessoas. A letra destaca essa proximidade ao dizer que a solidão é "amiga das horas" e "prima, irmã do tempo", mostrando como ela se mistura ao passar dos dias e pode até distorcer a percepção do tempo, fazendo "nossos relógios caminharem lentos" e causando um "descompasso no meu coração".
Zé Ramalho reforça a força desse sentimento ao repetir a palavra "solidão" e listar diferentes tipos, como "dos astros", "da Lua", "da fera", "da noite" e "da rua". Com isso, ele mostra que a solidão pode estar presente em qualquer lugar, seja no universo, na natureza ou no cotidiano das cidades. Essa abordagem amplia o significado da música, tornando-a uma reflexão sobre como a solidão faz parte da experiência humana em diferentes situações. Assim, "Solidão" se conecta com outras canções do artista, que também exploram temas de isolamento e introspecção, e oferece uma visão sensível sobre a presença constante desse sentimento na vida das pessoas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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