
Meu Nome É Trupizupe
Zé Ramalho
Identidade e humor nordestino em “Meu Nome É Trupizupe”
“Meu Nome É Trupizupe”, de Zé Ramalho, constrói uma figura grandiosa e quase lendária para o personagem Trupizupe, usando humor e exagero típicos do repente nordestino. Expressões como “galo de campina” e “raio da Silibrina” destacam a força e a singularidade do protagonista, conectando-o a símbolos regionais de coragem e energia. O contexto da cultura popular do Nordeste e a tradição do repente são essenciais: Trupizupe se apresenta como o maior cantador, invencível nos desafios, remetendo à figura do poeta improvisador que domina a palavra e o duelo verbal.
A letra utiliza exageros e metáforas para exaltar as qualidades do personagem, como em “faço o diabo chefão virar mulher” e “sou a bruta explosão da dinamite”. Essas imagens reforçam o tom descontraído e celebram a criatividade e autoconfiança do protagonista. Quando Trupizupe afirma que pode conquistar a lua e deixar São Jorge “sem cavalo, sem lua e sem ninguém”, a música mostra irreverência e ousadia, dialogando com o imaginário popular brasileiro. No final, a referência direta a Zé Ramalho, quando um anjo explica que a confusão foi causada por ele “zangado lá embaixo”, mistura ficção e realidade, homenageando o próprio artista e reforçando sua ligação com a cultura nordestina e a tradição do improviso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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