
É de Black-Tie
Zeca Pagodinho
Samba, respeito e ironia em “É de Black-Tie” de Zeca Pagodinho
“É de Black-Tie”, interpretada por Zeca Pagodinho e composta por Martinho da Vila, faz uma crítica bem-humorada à elitização dos espaços culturais e à busca por respeito ao samba. A expressão “black-tie” é usada de forma irônica para mostrar como o samba, antes marginalizado, agora é visto como digno de traje formal. O verso “onde o branco vai de black-tie” sugere uma inversão de papéis e questiona quem pode frequentar e valorizar o samba, apontando para a necessidade de inclusão e igualdade. A música propõe que a cultura popular merece o mesmo reconhecimento e sofisticação que as manifestações das elites.
A letra também valoriza a autenticidade do samba carioca, destacando personagens típicos como a mulata e o partideiro. Versos como “Eu só bato meu pandeiro devagar” e “Chega pra mulata, sem muita cascata” reforçam o jeito descontraído e esperto dos sambistas, celebrando suas raízes e características. Ao unir crítica social e clima festivo, “É de Black-Tie” convida o ouvinte a celebrar o samba e a cultura popular, sem deixar de lado a luta por respeito e reconhecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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