
Jogo de Caipira
Zeca Pagodinho
Crítica social e humor popular em “Jogo de Caipira”
“Jogo de Caipira”, interpretada por Zeca Pagodinho e composta por Nei Lopes e Sereno, utiliza o universo dos jogos de cartas para abordar a desigualdade social no Brasil. Logo no início, a frase “quem tem bota banca, parceiro; quem não tem se vira” mostra como quem possui poder ou dinheiro dita as regras, enquanto os demais precisam se adaptar. O refrão “nesse jogo só ganha o banqueiro” reforça a crítica, deixando claro que, no final, apenas quem já está em vantagem realmente se beneficia do sistema.
A letra é marcada por expressões populares e comparações bem-humoradas, como “nem tudo de coco é cocada” e “nem focinho de porco é tomada”, que alertam para o perigo das aparências e mostram que nem tudo é o que parece. Frases como “toda vida é o começo da morte” e “todo azar é o inverso da sorte” trazem uma visão realista sobre as dificuldades enfrentadas por quem está na base da pirâmide social. Ao unir humor, sabedoria popular e crítica social, Zeca Pagodinho transforma situações do cotidiano em uma reflexão direta e acessível sobre as injustiças que ainda marcam a sociedade brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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