
Patota do Cosme
Zeca Pagodinho
Fé e proteção em "Patota do Cosme" de Zeca Pagodinho
Em "Patota do Cosme", Zeca Pagodinho transforma um conflito amoroso em uma celebração da fé popular e da proteção espiritual. Logo no início, ele menciona: "levou o meu nome pra macumba / pra me amarrar", fazendo referência a práticas de feitiçaria presentes no imaginário brasileiro. No entanto, Zeca contrapõe essa ameaça à sua confiança nos santos Cosme e Damião, figuras importantes nas religiões afro-brasileiras, conhecidas por protegerem crianças e simbolizarem pureza e alegria.
A expressão "patota do Cosme" vai além da proteção espiritual, representando também uma rede de apoio comunitária. É como se o artista estivesse cercado por uma turma de crianças, remetendo à tradição de distribuir doces no dia dos santos, e por uma energia positiva que o protege das intrigas. A letra evidencia que o relacionamento era interesseiro: "E quando seguiu meus passos / Foi visando o que era meu". Mesmo diante de tentativas de prejudicá-lo, Zeca mantém a serenidade: "Mas minha cabeça é sã / Porque Cosme é meu amigo". O tom leve e descontraído da música, reforçado pela repetição do refrão, mostra que, com fé e proteção, é possível superar adversidades sem perder a alegria.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Zeca Pagodinho e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: