
Calangueei
Zeca Pagodinho
Tradição e alegria no interior em “Calangueei” de Zeca Pagodinho
“Calangueei”, de Zeca Pagodinho, traz uma homenagem bem-humorada e descontraída ao calango, um estilo musical tradicional do interior do Brasil. A letra destaca o orgulho do narrador por sua habilidade nesse gênero, que mistura improviso, desafio e criatividade. O verso “Sanfoneiro até cochila / Mas não para de tocar” brinca com a ideia de que a festa é tão animada e longa que até o músico se cansa, mas a música não pode parar, mostrando a energia contagiante do calango.
O calango é conhecido por ser uma prática de improviso entre cantadores, e isso aparece quando o narrador convida: “pegar viole e cair na roda pra versar”, reforçando o clima de competição amistosa e criatividade. A valorização das tradições culturais fica clara nos versos “quando eu entro no calango / eu não entro pra brincar / e só saio do calango / depois que o sol raiar”, mostrando o compromisso e a paixão pelas festas populares que atravessam a noite. Já o trecho “meu verso de encanto / é capaz de apaixonar / garota de quinze anos / chora pra me acompanhar” revela o poder de sedução e emoção da poesia improvisada, capaz de tocar pessoas de todas as idades. Ao unir elementos do samba ao calango, Zeca Pagodinho celebra a diversidade e a riqueza da música brasileira, transmitindo leveza, humor e respeito pelas raízes culturais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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