Fazia calor naquele dia,
Quando abraão
Estava sentado à porta da sua tenda
Fazia calor naquele dia,
Quando abraão,
Estava junto ao carvalho de mambré.
Erguendo os olhos, olhou,
E eis três homens em pé.
Estavam diante dele,
Apenas os viu
Inclinou-se até a terra e disse:

Ó senhor meu,
Não passes te rogo,
Sem te deteres,
Sem te deteres,
Não passes te rogo,
Sem te deteres,
Sem te deteres.

Vou trazer um pouco de água
Lavar-vos-ei os pés
E descansareis a sombra
Vou trazer um pouco de comida,
Reconfortar-vos-eis,
E depois continuareis além.
Não foi por acaso
Que passastes hoje
Diante de mim.

Ó senhor meu,
Não passes te rogo,
Sem te deteres,
Sem te deteres,
Não passes te rogo,
Sem te deteres,
Sem te deteres.

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