
Adeus, Adeus
Dead Fish
Crítica à repressão religiosa em “Adeus, Adeus” do Dead Fish
A música “Adeus, Adeus” do Dead Fish faz uma crítica direta à influência dos dogmas religiosos na vida das pessoas, mostrando como essas imposições podem transformar escolhas pessoais em fontes de culpa e repressão. O verso “O preço da escolha transformado em culpa” destaca como a liberdade individual é frequentemente sufocada por normas morais impostas, enquanto “O preço da pureza é a castração” reforça a ideia de que a busca por pureza leva à negação de desejos e prazeres naturais. O contexto do álbum “Labirinto da Memória” e as declarações da banda em shows deixam claro que a intenção é questionar essas estruturas que, em vez de promoverem bem-estar, acabam limitando a felicidade e a autonomia das pessoas.
A letra utiliza imagens fortes para mostrar o impacto dessas crenças, como em “O ser onipresente a observar / Desejar castigo, punição”, sugerindo a sensação constante de vigilância e julgamento. O refrão “Eu digo adeus, adeus” simboliza o rompimento com essas amarras, representando um ato de resistência e libertação. O trecho “Um Deus que impõe medo / Que pune a felicidade com castigo / Que limita o corpo com culpa / De divino não tem nada” explicita a rejeição de uma divindade construída para controlar pelo medo. O pedido final para que “saia e feche a porta atrás de você” marca o desejo de encerrar esse ciclo de opressão. Assim, “Adeus, Adeus” se destaca como um manifesto contra a culpa religiosa e a favor da responsabilidade e liberdade individual.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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