
Adeus, Tristeza
Fernando Tordo
Reflexão sobre superação e renovação em “Adeus, Tristeza”
Em “Adeus, Tristeza”, Fernando Tordo aborda a tristeza como uma presença passageira, especialmente no refrão: “Adeus tristeza, até depois”. Essa frase mostra uma postura madura diante das dificuldades, reconhecendo que momentos difíceis fazem parte da vida, mas não precisam ser permanentes. O contexto do álbum, lançado após a mudança de Tordo para os Açores, reforça a ideia de renovação e busca por novos caminhos, algo refletido na letra, que alterna entre lembranças de fracassos, amores não correspondidos e pequenas conquistas.
A música revela de forma honesta as incertezas e desilusões do universo artístico, como nos versos: “Fiz as cantigas que afinal ninguém ouviu / E o meu futuro foi aquilo que se viu”. Ao mesmo tempo, destaca a importância do autoconhecimento: “Escolher-me a mim, pensei que isso era vaidade / Mas já passou, não sou melhor mas sou verdade”. Aqui, Tordo sugere que superar a tristeza passa por aceitar quem se é, sem depender da aprovação dos outros. O verso final, “Não ando cá para sofrer, mas para viver / E o meu futuro há-de ser o que eu quiser”, resume a mensagem de esperança e autonomia. A permanência da canção no repertório do artista e suas reinterpretações por outros músicos mostram como essa despedida da tristeza e afirmação da identidade continuam atuais e universais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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