
As Coisas do Meu Rincão
João Luiz Corrêa
Saudade e raízes em “As Coisas do Meu Rincão” de João Luiz Corrêa
"As Coisas do Meu Rincão", interpretada por João Luiz Corrêa e composta por José Mendes, retrata de forma clara a saudade e o sentimento de perda de quem deixa o campo em busca de oportunidades na cidade. A letra destaca elementos do cotidiano rural, como o cavalo zaino, o cachorro no galpão e o canto dos passarinhos, que representam uma felicidade e identidade impossíveis de encontrar no ambiente urbano. O verso “Cá na cidade vivo de recordação / Quase morro de saudade das coisas do meu rincão” resume o contraste entre a vida simples, porém autêntica, do interior e a solidão da cidade.
O contexto histórico da música reforça o valor das tradições gaúchas e da memória afetiva para quem cresceu no interior. Um exemplo marcante é o momento em que o eu lírico entrega o cavalo zaino à namorada, dizendo: “Cuide bem do meu cavalo e nunca te esqueça de mim”. Esse gesto vai além do prático, simbolizando despedida, confiança e o peso da separação. A canção mostra que, mais do que as dificuldades materiais, o que realmente dói é abrir mão das pequenas alegrias e dos laços do rincão. Assim, "As Coisas do Meu Rincão" se destaca como um tributo à saudade e à valorização das raízes, temas centrais da música nativista do Rio Grande do Sul.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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