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The Apple

Raul Seixas

Liberdade e crítica ao ciúme em “The Apple” de Raul Seixas

Em “The Apple”, Raul Seixas, em parceria com Paulo Coelho, questiona a ideia de exclusividade no amor usando a metáfora da maçã. Ao afirmar “quem gosta de maçã, vai gostar de todas, porque todas são iguais”, a música sugere que o desejo humano é algo natural e universal, e que tentar restringi-lo a uma única pessoa vai contra a própria essência do sentimento. Raul e Paulo Coelho usam essa imagem para criticar a posse e o ciúme, associando esses sentimentos à vaidade, e não ao verdadeiro amor.

A letra reforça que o amor só existe plenamente na liberdade, como em “Love only lasts in freedom / The jealousy is just vanity” (O amor só dura na liberdade / O ciúme é apenas vaidade). O desejo de possuir o outro, expresso em “I wanted to be your soul / Have your body, everything finally” (Eu queria ser sua alma / Ter seu corpo, tudo enfim), é confrontado pela ideia de que “there are more than two” (há mais do que dois), mostrando que o mundo é maior do que uma relação exclusiva. Raul propõe um amor livre, sem amarras, onde a beleza está justamente na liberdade de escolha e na ausência de possessividade, criticando as normas sociais e a hipocrisia dos relacionamentos tradicionais.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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