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Apocalipse Pessoal

Síntese


Sinais nos céus. tempos de sofrimento são chegados...balas traçantes anunciam mais um réu culpado. enjaulado suicida. na marca da besta, a veste.
Morrer no mata. assina um 12. espalha a peste!
Cidade devastada. os mortos é que vivem aqui...na cova, riem ao sair. já vi que não tão nem aí, se vai voltar. mundos dos mortos, se for pra passar fome ou pra viver sem nome, aborto. tortos corpos vagam em tempos sombrios.
Sangue nos rios, neve no verão, calor no frio...mas quem não viu fumaça na fábrica? e o fabricado consumiu? consentiu com esse genocídio armado e sucumbiu.
Mas desde antes a terra aquece, pra expurgar a estrela errante. só um instante não difere o apocalipse pessoal, é só colheita...salvação, vem, mas tem que passar na porta estreita!

Mais um eclipse cega minha noite. e pro açoite aqui não falta vaga.
A bença da coroa na saga de quem roga a praga.
Amarga o sofrimento... indaga o sentimento. não se comove, toma, naufraga esse lamento.
Vem com o vento o mal que atenta. e eu te atento a associar com o céu cinzento.
Os arrebento, asfalto, sangue, tang, leva aos bang bang. e o bang, é de quem sai dos feudo e volta pra ficar beudo com as gangue.
Quadro nacional na pista, sempre os mesmos artistas. cenário iluminista.
De quem arquiteta e dita sua dieta mista.
Desilusão, ilusão estereotipada. e eu não vejo nada. fita dominada, nada. é muita treta.
Entendedor, um tratamento é letra.
É tudo igual esses demônios no temperamento, que vem à tona, diabólico...
Aqui as crianças deitam as esperanças nos dogmas católicos...
Não cresce. endurece. amadurece, cai de maduro podre. se nasceu pobre, veste as preces. na vida...

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