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De l'amour, de l'art, ou du cochon ?

Hubert-Félix Thiéfaine

Letra

Do Amor, da Arte ou do Porco?

De l'amour, de l'art, ou du cochon ?

Escuta, escuta meu amorÉcoute-moi, écoute-moi mon amour
Eu vou fazer uma besteiraJe claquerai connement
Com a cabeça presa num banco de ônibusLa tête coincée dans un strapontin
Vai ser durante o verão de 1515Ce sera pendant l'été de 1515
No aeroporto de MarignaneSur l'aéroport de Marignane
Eu realmente vou fazer uma besteiraJe claquerai vraiment connement

Mas eu vou ressuscitar no terceiro diaMais je ressusciterai le troisième jour
E esse terceiro dia será a vésperaEt ce troisième jour sera l'avant-veille
Do atentado de SarajevoDe l'attentat de Sarajevo
Eu vou te buscar e você vai me reconhecer fácilJe passerai te chercher et tu me reconnaîtras facilement
Já que eu vou estar com meu eterno chapéu de abaPuisque je porterai mon éternel chapeau à cran d'arrêt
E na lapelaEt que j'aurais à la boutonnière
Uma flor de girassol como aquela que você ama tantoUne fleur de tournesol comme celle que tu aimes tant

Você vai se jogar nos meus braços e então eu vou te dizerToi, tu te jetteras dans mes bras et alors je te dirai
Lembra, lembra meu amorSouviens-toi, souviens-toi mon amour
Eu era bonito como um cruzamento de ferroviasJ'étais beau comme un passage à niveau
E você era doceEt toi tu étais douce
Doce como os testículos de um recém-nascidoDouce comme les roubignolles d'un nouveau-né

Lembra, a gente tinha centopeiasSouviens-toi, on avait des scolopendres
Que dançavam nas nossas veiasQui dansaient dans nos veines
E um jacaré no fundo da cozinhaEt un alligator au fond de la cuisine
À direita ao entrarSur la droite en entrant
Mas sim, quando a gente entrava pela boca de incêndioMais si, quand on entrait par la bouche d'incendie

Na sua boca tinha sereiasDans ta bouche il y avait des sirènes
Que sussurravam palavrasQui chuchotaient des mots
Palavras que a gente esqueceu de inventarDes mots qu'on avait oublié d'inventer
Palavras que a gente esqueceu de inventarDes mots qu'on avait oublié d'inventer
Por causa da nossa infância infelizA cause de notre enfance malheureuse
Por causa da nossa infância infelizA cause de notre enfance malheureuse
Porque a gente tinha dor de denteParce qu'on avait mal aux dents
A gente tinha dor de dente porque sempreOn avait mal aux dents parce que toujours
Nos obrigavam a comer balas de cevadaOn nous obligeait à manger des sucres d'orge
E a gente não gostava disso!Et qu'on aimait pas ça!

E depois, depois quando a gente tiver se lembrado bemEt puis après, après quand on se sera bien souvenu
Quando cansados de lembrarQuand fatigués de s'être souvenu
Nossas memórias não serão mais que traposNos souvenirs ne seront plus que des loques
Então eu vou te abraçar pela cinturaAlors je te prendrai par la taille
E nós vamos passearEt nous irons nous promener
À sombra dos tilos-mentaA l'ombre des tilleuls-menthe
Você vai me sorrir, eu vou te devolver o sorrisoTu me souriras, je te rendrai ton sourire
E a partir daíEt dès lors
A partir daí não vamos mais saberDès lors nous ne saurons plus vraiment
Se o que sentimos um pelo outroSi ce que nous ressentons l'un pour l'autre
É amor, arte ou porcoC'est de l'amour, de l'art, ou du cochon

Composição: Hubert-Félix Thiéfaine. Essa informação está errada? Nos avise.

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