A sina é derrubar a tromba. Que aponta sobre o seu nariz. Na cara o susto leva a bomba. Que assombra o pobre infeliz. Que conturba o velho cativeiro. Que pertuba o grande prisioneiro. Sei que a vida é subir a descida. Pra jamais querer voltar atrás. Do posto que é o mais desgosto. De ver o que não se quer ser. Então tromba. Tromba sobre si. Tromba até se destruir. Dentro de mim há um homem-tromba. Dentro de mim a um velho caído que precisa de redimir. A cruz é a redenção. O sangue é a remissão. Cristo é a expressão exata do perdão.

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