Tudo o que dora me deu tinha gosto de amora
E um visgo diferente destes chamegos de agora
Beijava riscando brasa que nem um cacho de aurora
Que chega tangendo a noite, faz que fica e vai s’imbora
Comigo que se sucedeu quando a rita me beijou
Começou fazendo um frio misturado de calor
Boca que é fonte molhada logo, logo se enxugou
Pra se encher d’agua de novo quando lembra desse amor, ô

Namora, vem namorar, namora, ô
Namora, vem namorar, namora

A vida é mesmo uma estrada carregada de poeira
De buraco e de tocaia, mas quando surge do nada
O carinho que a gente quer tudo se enfeita de graça
Pois a vereda se mostra pelos olhos da mulher, ô
O traste que não namora não serve pra respirar
Não merece confiança e é falso até no olhar
Quero ver nessa peleja todos juntos faz favor
Não há fruta mais insossa que uma vida sem amor, ô

Namora, vem namorar, namora, ô
Namora, vem namorar, namora
Namora, vem namorar, namora, ô
Namora, vem namorar, namora

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Composição: Nelson Elias / Roberto Mendes. Essa informação está errada? Nos avise.

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