
Hoje Ainda É Dia de Rock
Sá, Rodrix & Guarabyra
Tradição e modernidade em “Hoje Ainda É Dia de Rock”
“Hoje Ainda É Dia de Rock”, de Sá, Rodrix & Guarabyra, retrata o desejo de um jovem de unir o universo rural ao urbano por meio da música. No trecho “Eu tô doidin por uma viola / Mãe e pai, de doze cordas e quatro cristais / Pra eu poder tocar lá na cidade”, fica clara a vontade de levar a tradição da viola sertaneja para o ambiente urbano, misturando o “blues de Minas Gerais” com o “cateretê do Alabama”. Essa fusão vai além da música: simboliza a integração de referências internacionais, como o blues e o rock, com elementos da música regional brasileira, questionando a ideia de uma cultura musical exclusivamente nacionalista, algo presente no contexto histórico do trio.
A repetição do verso “Que hoje ainda é dia de rock” reforça que, mesmo na vida simples do interior, o espírito do rock — entendido como liberdade, juventude e inovação — continua presente. Imagens como “olhando o milho verde” e “ouvindo a mula preta” conectam o cotidiano rural à energia do rock, mostrando que tradição e modernidade podem coexistir. O tom leve e sonhador da letra, junto à sonoridade do chamado “rock rural”, revela a busca por identidade e pertencimento de uma geração que queria dialogar com o mundo sem perder suas raízes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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