Exibições da letra 872

Pulsão de Morte

Síntese

LetraSignificado

    Submundos do topo
    Os submundos do topo
    Tipo uma pulsão de morte
    Yeah

    Chegou o dia de por a vida em ordi (yeah)
    Então acorda e sacode (ahm)
    A poeira estelar desse acorde
    É preciso estar atento e forte
    Sem me drogar até dar medo da morte
    É roleta russa com a sorte (yeah)
    Cachorro que late não morde
    Então cala a boca e reencontra seu norte
    Firma no ponto, yeah
    Deixa a força se manifestar
    Pra não ter que manifestar a força que trança suas perna e te impede de andar (vai)
    Cavalo com asas cavalga as almas perdidas pelos submundos do tempo
    Passa um filme e naquele momento, corria de mim e morria por dentro
    Te pego na curva, yeah
    No lago agitado as águas são turvas
    Já não reflete o que sinto na essência
    Perdi a cadência, vivência obscura
    Outro dia na cena (tortura)
    Beirando a loucura alguém me segura
    E essa agonia é pra sempre que dura
    Cê né o pá? O tal do som da cura?
    Babylon caindo, eu queimando junto
    Na fase em que a mente é um lugar imundo
    (Ah, cê é uma farsa, agressor)
    Não aguento mais esse assunto
    Eu juro por Deus, mano (eu juro)
    Me explica essa porra, que que aconteceu? (Quê?)
    Foi Deus que mudou, ou mudamo de Deus? (Ahm?)
    Onde eu vim parar? Mano, agora fu-

    Ainda tem esperança prum louco igual eu?
    Diz, mano
    Ainda tem esperança prum louco igual eu?
    Quem tá ouvindo?
    Ainda tem esperança prum louco igual eu?
    Ham?
    Ainda tem esperança prum louco igual eu?

    Quem eu amo tem dores que eu nunca vou conseguir curar (nunca)
    E as minhas? Cê é louco, muita anestesia, fi (ham, cê é louco)
    Muita anestesia pra poder aguentar
    Pra que porra serve poesia? (Po-e-tá)
    Então senta lá
    Toca o violino pro barco afundar
    Fritando e assistindo sua vida passar
    Já nem choro mais
    Pelo que tinha que ser e não foi
    O corpo despenca, doidão, não tem boi
    Degusta esse fel, foi o maitre que pôs
    Nesse estado não existe depois (jamais)
    Vício no absurdo, po surto é um, dois (yeah)
    Toda essa (ah)
    Que rouba sua alma, quem botou no mundo eu não sei quem que foi
    Mas eu tiro do meu (yeah)
    Desvio da lança de quem não sente
    Luto pela vida com a própria mente
    Cês num tão entretido? (E aí, coliseu)
    Pra quem se perdeu (ham)
    Como que acha uma luz nesse breu
    Lembrando da vida só penso na morte, do ego e do prego que o cego bateu
    Na fé do ateu (ham)
    Passei pra lembrar quem já se esqueceu
    Levanto o cajado na força do ódio, vomito no pódio que um dia foi meu
    O poço não tem fundo, fei (ahm)
    Tentei avisar, juro que tentei (juro)
    Pra não ser em vão as palavras que amei (ah)
    Se sentir saudades, aperta o play
    Pow!

    Composição: Sintese. Essa informação está errada? Nos avise.

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