
Se me chamar, ô sorte
Wilson das Neves
Gratidão e leveza em "Se me chamar, ô sorte" de Wilson das Neves
Em "Se me chamar, ô sorte", Wilson das Neves transmite uma visão de vida marcada pela gratidão, leveza e disposição para aproveitar cada oportunidade. O título e o refrão giram em torno da expressão "ô, sorte", um bordão pessoal do artista que surgiu em meio à convivência entre sambistas, simbolizando reconhecimento e alegria compartilhada. Essa expressão vai além de um simples agradecimento: ela representa o privilégio de estar presente e aberto ao que a vida oferece, seja para sambar, tocar, compor ou até mesmo descansar.
A letra destaca o valor das pequenas escolhas e da liberdade de viver cada momento: "Se me chamar pra sambar, eu cisco / Se me chamar pra tocar, balanço... Se me chamar pra nada, descanso". O bom humor de Wilson das Neves aparece quando ele lida com situações negativas de forma conciliadora, como em "Se me chamar pra brigar, amanso". Já os versos "Nem sempre faço aquilo que quero / Mas sempre faço tudo que posso / O que eu não faço é o que eu não quero / Eu nunca quero o que eu não posso" reforçam a autenticidade e a aceitação dos próprios limites, sem perder o entusiasmo. No final, o artista amplia sua filosofia para todos: "Se quiser, ele agora é nosso", convidando o público a compartilhar dessa celebração coletiva, característica do samba e de sua trajetória.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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