Bruma, redemoinhos e espuma do encontro do mar com a terra.
Deus queira encontro de dois mares.
E a brisa que sopra infinitas brancas velas
Que cortam essas duas lindas, perigosas feras.
Dia sim, outro também, se entrechocam,
Se espalham um pelo outro no afã de, então, ser cada um por si.
Cantilena que entoam os delata.
Soprem forte ou soprem fraco, sopram vento morno, cada um
E a costa bebe um vento só,
Como se viesse das águas um hálito conjunto de uma água
E de um rugir.
A corrente tende sempre a puxar tudo pro sul
E é dos mares se juntar pra esquecer a lei do mar
E só se preocupar em ser azul e um.

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